Adalberto Mansur
Agência ProImprensa

O jogo da Inter contra o Paysandu, neste domingo, 14 de junho, poderá responder duas perguntas que sempre aparecem do futebol. A partida em Belém (PA) apresenta a “lei do ex”, já que atletas da Inter passaram pelo adversário – como Ronaldo Henrique, Juan Tavares e Robinho.
Vale o mesmo do lado contrário na partida pela décima rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. O treinador Júnior Rocha faz uma boa campanha pelo clube, tendo conquistado no domingo a Copa Verde – torneio com equipes das regiões Norte e Centro-Oeste. Júnior teve uma boa passagem no comando técnico da Inter.
A segunda dúvida é se a rivalidade regional impulsiona os confrontos. Principal adversário do Paysandu, o Remo já contou com atletas que hoje estão na Inter, como Vitor Leque, Marco Antônio e Gustavo Bochecha.
Para o jogo, o treinador Matheus Costa espera reativar o modelo tático das partidas fora de casa, em que a Inter faz uma forte marcação e apresenta alta eficiência nas chances de gol. Assim, o clube conquistou 10 dos 15 pontos ganhos na Série C longe do Limeirão.
A vitória na rodada anterior, sobre o Ypiranga (RS), trouxe motivação dupla. Colocou a Inter no G8 e quebrou a série de resultados ruins em casa. A Inter está na sexta posição, com 15 pontos ganhos, e o Paysandu vem em terceiro com 17.
E tem muita gente de olho na reação dos torcedores que estarão no estádio da Curuzu. A situação é até estranha para um time que acabou de ganhar o sexto título da Copa Verde.
O debate, na verdade, é sobre estabilidade. Os donos da casa eram líderes da Série C, até perderem 2 dos 3 últimos jogos – o último para o Figueirense (SC), que está na parte de baixo da classificação. “No futebol, tristeza e felicidade são muito curtas. Ganhando ou perdendo, sempre tem o próximo jogo”, afirmou o atacante Kleiton Pego ao Globo Esporte.
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