
Divulgação/Fifa
Adalberto Mansur / Agência ProImprensa
O título conquistado neste domingo, 19 de julho, pode ser o início de um longo período de predomínio do futebol da Espanha. A equipe ganhou a Copa do Mundo disputada nos Estados Unidos, México e Canadá demostrando organização tática e planejamento.
Ao longo de 7 partidas no torneio, a equipe levou apenas um gol. Empatou apenas uma vez, com Cabo Verde. O time do treinador Luis de la Fuente terminou invicto.
Mais do que isso, chegou à final sobrando no aspecto físico. Encurralou a Argentina ao longo dos mais de 120 minutos do jogo e da prorrogação. Os argentinos somaram recordes negativos, como o fato de não terem chutado em gol nos 90 minutos do tempo regulamentar, que terminou empatado sem gols.
A Espanha chegou ao bicampeonato mundial na prorrogação. Fernan Torres anotou o gol da partida, disputada em em Nova York/Nova Jersey. Os argentinos Enzo Fernández e Leandro Paredes, este após o apito final, foram expulsos de campo.
Agora, a seleção espanhola se iguala a França e Uruguai, cada uma com duas conquistas da Copa do Mundo. O atual reinado espanhol inclui o título europeu e o do Mundial Sub-20, ambos no futebol masculino. No feminino, sua equipe foi campeã mundial adulta.
Na festa do Mundial, a Espanha levou 3 outros prêmios – o meio-campista Rodri (eleito o melhor jogador); Unai Simón (melhor goleiro); e o zagueiro Pau Cubarsí, (melhor jogador jovem). Detalhe: a média de idade do elenco campeão mundial é baixa, na casa dos 26 anos.
Já a tricampeã Argentina pode ficar sem a estrela Lionel Messi, que, aos 39 anos, avalia não disputar mais torneios por seu país. O francês Kylian Mbappé foi o artilheiro desta edição com 10 gols e se tornou o maior goleador da história dos Mundiais, com 22 gols. No sábado, a Inglaterra bateu a França por 6 a 4 e ficou com o terceiro lugar.
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