Por Roque Citadini

O padre Zezinho, figura querida e respeitada no mundo católico há décadas, vem sofrendo intensa campanha de ofensas de toda ordem nos grupos de internet.
O padre repostou texto que alerta os católicos sobre o movimento danoso de alguns grupos ditos tradicionalistas contra padres, bispos e até o Papa. Tudo porque a Igreja mantém o caminho da luta marcada preferencialmente pelos pobres. Para esses grupos, a teoria social da Igreja deve ser esquecida.
Vinculados a grupos de extrema direita, promovem várias ações contestatórias aos ensinamentos de Roma.
Alguns são tradicionalistas e querem a volta da bela missa tridentina; outros contestam a legitimidade dos papas; alguns dizem que o Vaticano tem antipapas; outros difamam a CNBB e as Campanhas da Fraternidade, vendo nelas uma postura comunista.
Embora sejam de várias matizes, esses grupos são pequenos, quase ínfimos no conjunto da Igreja Católica, mas fazem intenso barulho na internet.
Nessa barulho, a visão é quase única: não aceitam o Concílio Vaticano II.
A partir daí, dividem-se em vários grupos, atacam a Igreja, o Papa, os bispos e os padres.
O padre Zezinho é hoje vítima desses desgarrados que atacam o caminho da Igreja.
O Papa Francisco foi vítima dessa intensa campanha suja de grupos que, junto com a extrema direita, querem transformar a Igreja em uma ONG que lute por seus valores político-partidários.
O drama desses grupinhos é que a Igreja Católica vem crescendo no mundo todo, e isso se deve à postura correta traçada por Roma.
Agora mesmo, para irritação desses rebeldes ao Concílio, o Papa Leão XIV fez sólida defesa dos imigrantes que fogem da fome e da guerra e devem ser acolhidos pelos católicos.
Esses grupos optaram por atacar o padre Zezinho, que defende a teoria social da Igreja Católica, e ficam em silêncio diante da infame Teologia da Prosperidade acolhida pelos seus parceiros da extrema direita.
O barulho desses grupos só é forte na internet e, curiosamente, eles nem identificam as paróquias às quais pertencem.
Todo apoio ao padre Zezinho e à Igreja que, corajosamente, fez “a opção preferencial pelos pobres”.
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